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Diante do América-MG, Náutico busca terceira vitória seguida na Série B

11/08/2017 ás 08:00 - Sexta
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Embalado pelos triunfos nas últimas rodadas, o Náutico tentará ampliar a sua série invicta nesta sexta-feira (11), contra o América-MG, às 21h30, na Arena Independência, em Minas Gerais. O difícil duelo da noite será diante do líder da Série B, que tem 36 pontos, e o Timbu buscará a terceira vitória consecutiva para deixara a lanterna, além de se aproximar da saída da zona de rebaixamento.

Mesmo com o bom momento da equipe, o técnico Roberto Fernandes reconhece que a missão será difícil. O time mineiro é o segundo melhor mandante com seis vitórias e apenas uma derrota em dez partidas. Portanto, o favoritismo é colocado na conta do adversário pelo retrospecto dentro da competição.

“Como treinador, não conheço jogo que você não dispute para ganhar. Mas a gente sabe que não vai ganhar todos, mesmo na situação do Náutico, que tem uma necessidade de ganhar muito grande. E uma coisa que a gente faz internamente é dentro das 19 partidas, ver quais a gente considera mais difíceis. E nesse tipo de partida, você tem duas chances: ou vai como franco atirador, ou você vai tentar jogar no erro do adversário. Em qualquer uma das duas circunstâncias, o América-MG é favorito”, afirmou o treinador alvirrubro.

O Náutico viajou para Belo Horizonte no início da tarde da última quinta-feira com o time definido. No entanto, Roberto Fernandes não confirmou a escalação e deixou a dúvida para o oponente. A principal interrogação está na formação tática que será adotada na Arena Independência e com apenas um jogador diferente, o técnico pode alterar a estrutura do time.

“Hoje o direcionamento vai muito em uma posição onde a gente altera características de jogo. Posso optar por um zagueiro ou um volante. Mas, com as duas, tenho o líder pela frente. Eu estou sentindo o feedback dos atletas. Eu conversei com o grupo sem a presença das dúvidas, mas dos oito ou nove que vão iniciar e conversei para saber onde eles se sentiram mais seguros. Não é uma decisão unilateral. Não é uma tirania. Até porque são eles que executam o jogo”, concluiu.

Clauber Santana / Comunicação CNC

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